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sexta-feira, 16 de julho de 2010

O EXÉRCITO SECRETO DE DILMA

Lembra-se do post Exército Comunista de Dilma já Está Pronto?
Parecia exagero, não? Pois saiba que o tal 'exército' não é formado apenas por militrastes do PT. Tem gente graúda oriunda de dentro do aparelho do governo Lula. Veja editorial de hoje do Estadão:

16/07/2010às 6:45

O EXÉRCITO SECRETO DE DILMA

Estranhamente, a Receita Federal levou quase um mês para reconhecer, na semana passada, que servidores do órgão abriram declarações de renda do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira, arquivadas nos computadores do Fisco. Cópias desses documentos, trechos dos quais foram publicados pela Folha de S.Paulo, fariam parte, segundo o jornal, de um dossiê antitucano em preparo por pessoas ligadas à campanha da candidata petista Dilma Rousseff. A Receita se gaba de ter sistemas dos mais avançados para saber praticamente de imediato quem, quando e onde acessou quais informações de quais contribuintes.
Agora, mais estranhamente ainda, o titular da Receita, Otacílio Cartaxo, convidado a depor no Senado, disse que os resultados da sindicância interna sobre o caso só serão divulgados no limite do período legal de até 120 dias - ou seja, depois do primeiro turno das eleições - para que o trabalho não corra o risco de ser impugnado. Não se sabe de onde ele tirou a ideia de que uma correição não possa terminar antes do prazo máximo. O que o bom senso permite presumir é que a Receita, com os meios de que dispõe, poderia, se quisesse, esclarecer numa fração do tempo autorizado o primeiro grande escândalo da temporada.
A investigação, com efeito, já apurou que as declarações de Eduardo Jorge referentes a 2008 e 2009 foram examinadas 5 ou 6 vezes por funcionários do Fisco lotados fora de Brasília, conforme Cartaxo. Mas ele se recusou a dar os nomes desses funcionários, invocando o imperativo do sigilo. Sob a proteção do sigilo estavam, isso sim, as declarações acessadas para fins escusos, a julgar pelo destino dado às suas cópias. O Estado noticiou ontem que a Receita desconfia que pelo menos um de seus auditores, devidamente identificado, bisbilhotou os dados fiscais do dirigente do PSDB “com motivação duvidosa”.
O que o órgão conhece do episódio decerto supera o que afirma conhecer. E, quanto mais tempo levar para acabar com essa dualidade, mais fundadas serão as suspeitas de que a demora em pôr a questão em pratos limpos esconde a intenção de poupar a candidata do presidente Lula das consequências da verdade que emergir. Não há evidências, ao menos por ora, de que a Receita foi posta a trabalhar para Dilma.
Mas a instituição não está acima do bem e do mal - longe disso, considerando o retrospecto. Recentemente, para citar outro caso ainda por deslindar, vazaram informações sobre possíveis problemas fiscais da empresa Natura, de Guilherme Leal, companheiro de chapa da candidata Marina Silva, do PV.
O tucano Eduardo Jorge considerou “uma enrolação” o depoimento do secretário da Receita. Para ele, ao não dar os nomes dos envolvidos na operação, Cartaxo se comportou como um agente do governo e não como um servidor do Estado. Mas outro não é o sentido do aparelhamento do setor público federal na era Lula: fazer da administração um prolongamento do sistema formado pelo PT e os seus aliados no aparato sindical e nos chamados movimentos sociais, que se condensa no termo lulismo. Nada mais natural que os seus agentes sejam ativados para formar o exército secreto (ou nem tanto) da campanha de Dilma. Analogamente ao papel das forças especiais em conflitos armados, a eles incumbe o trabalho sujo contra o inimigo.
O essencial é que há uma linha de continuidade entre a conduta vexaminosa do presidente da República no processo eleitoral e, como diria ele, a do “mais humilde” daqueles trazidos para dentro da máquina estatal com a tarefa de perpetuar o lulismo no poder. Em última análise, o funcionário que espia as declarações de renda de um oposicionista, na expectativa de achar algo capaz de atingir o candidato a quem ele está ligado, e o chefe de governo que se vale despudoradamente do cargo para eleger a sua sucessora são coautores de um mesmo ilícito.
A diferença é que Lula delínque - e reincide - às claras, abandonando-se ao deboche. Tanto que, a pretexto de pedir desculpas pelo “erro político” (sic) de enaltecer a ex-ministra num evento oficial, reconhecendo que não deveria fazê-lo, já no dia seguinte ele tornou a louvar a “companheira Dilma”. É uma lambança.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sua vida em um click

Pensou que eu estava brincando no post Estado Policialesco. Ninguém está Salvo!
Então veja os vídeos abaixo:






O "cidadão comum" precisa pagar R$ 2.000. Já para os aloprados da campanha da boneca inflável, os funcionários de Lula fazem de graça (ou quase).

Agora falando (mais)sério - Dicas para tentar escapar, já que nossos dados já estão na mão dos bandidos:
  1. Não forneça nenhuma informação por telefone ou e-mail.
  2. Se alguém ligar dizendo ser de empresa de Cartão de Crédito, Telefônicas, bancos, Serasa, etc... desligue imediatamente, na dúvida peça um número (tem que ser 0800) para retornar a ligação. Verifique se o número pertence a empresa citada.
  3. Tenha sempre a mão um telefone de contato de seus familiares (celular, escola, trabalho), se alguém ligar dizendo ter sequestrado um parente seu, mantenha a calma, tente entrar em contato com a pessoa supostamente sequestrada.
  4. Seja esperto. Ninguém vai ligar dizendo que você ganhou algum prêmio. Sempre será golpe.
  5. Ore a Deus todas as noites e ao acordar.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Exército Comunista de Dilma já Está Pronto

Toda a ditadura comunista, facista ou nazista necessita de um exército popular revolucionário, uma tropa de choque a serviço do ditador. Foi assim na Rússia no tempo de Stalin, na Itália de Mussolini e na Alemanha nazista. Dilma já tem seu exército particular, sua tropa de choque é formada, é óbvio, por militrastes do PT. Veja matéria do blog do coronel:

Baixo nível da militância marca início da campanha de Dilma.

Ontem, o repórter Danilo Gentili, do"CQC" (Band), sofreu  uma agressão durante reportagem para o programa, que estava sendo realizada em um evento petista com a presença de Dilma Rousseff(PT), na cidade de Santo André (Grande São Paulo).  Gentili explicou que a confusão ocorreu quando a equipe do programa tentou se aproximar do palanque para fazer uma pergunta à candidata. Ele ainda afirma ter sido agredido, junto com o cinegrafista que o acompanhava, por alguns militantes. "Começou com chute. A gente tentou agachar para não chamar atenção, para dispersar. Quando agachamos, levamos chutes na costela. Abriram a roda e começaram a empurrar", diz o humorista. Eram militantes do PT, completamente embriagados. A candidata teve que intervir para que a militância não linchasse o jornalista. Hoje, em Porto Alegre, a mesma bagunça. Um bando de militantes a soldo, trazidos de ônubus das cidades vizinhas, queria se aproximar da candidata para fazer pedidos e ganhar brindes. A caminhada que ocorreria a partir da famosa Esquina Democrática teve que ser cancelada e a candidata foi retirada do local às pressas, cercada por seguranças. O baixo nível da militância petista é conhecido de longa data. Agora, com a campanha polarizada, com líderes irresponsáveis incitando à violência, especialmente contra a Imprensa, tornou-se um risco passar perto de onde esteja ocorrendo um evento da campanha de Dilma Rousseff.

domingo, 4 de julho de 2010

Com Dilma, o Brasil estará mais perto da Venezuela

O maior problema num eventual governo Dilma, é que o Brasil terá aquilo que Hugo Chaves chama de maior democradia do mundo: A ditadura Venezuelana.
Só não vê quem não quer. A (ex?)-guerrilheira sempre sonhou com uma ditadura comunista. Só não a implantaram ainda porque Lula é muito esperto e sabe que sua cabeça seria a primeira a rolar, então segurou os (ex?)-guerrilheros dando-lhes cargos e financiamento público às suas ONG's.
Abaixo, matéria de Reinaldo Azevedo comentando um aspecto da futura ditadura comuno-bolivariana-dilmista:

04/07/2010
às 7:35

O PT VOLTA A AMEAÇAR OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. OU AINDA: QUEM TEM MEDO DE DILMA ROUSSEFF? OU AINDA: O CASAMENTO DO MR-8 COM A VAR-PALMARES

Em dezembro do ano passado, Franklin Martins (ex-MR-8) comandou a Confecom, a tal Conferência de Comunicação, que aprovou nada menos de 633 propostas para regular os meios de comunicação no Brasil. O calhamaço, apresentado por entidades da sociedade civil — que, na maioria das vezes, são franjas do PT, muitas delas com descarado financiamento público , prega o chamado “controle social da mídia”. Essa expressão é só o norte moral da tigrada. Na prática, pretende-se subordinar a comunicação leia-se: a imprensa aos interesses ideológicos da companheirada. Quando a trolha toda foi aprovada, a turma que gosta de fazer o jogo dos contentes para não ter de enfrentar o monstrengo autoritário fingiu tranqüilidade: “Ah, a conferência é só um conjunto de propostas”.
Pois bem: ficamos sabendo ontem que o governo decidiu dar encaminhamento prático àquelas “sugestões”. Anunciou que vai transformá-las em projetos de lei e encaminhá-las ao Congresso. O normal seria que a discussão só fosse retomada no novo governo, seja ele qual for. MAS NÃO! O lulismo está lembrando aos interessados que dispõe daquele “norte moral”. E anuncia que pode partir para a briga. Está chamando a atenção para o fato de que, num eventual governo Dilma (ex-VAR-Palmares), aquilo tudo pode ter conseqüências práticas. O petismo vai se dedicar mais ou se dedicar menos ao “controle social da mídia” a depender do “bom comportamento” dessa mídia na cobertura das eleições.
Trata-se de um misto de ameaça e chantagem mesmo, sem disfarce. É evidente que Dilma é uma candidata competitiva e que pode vencer as eleições. Tal possibilidade, que não é pequena, está sendo trazida a valor presente: “Se vocês se comportarem direitinho, podemos deixar de lado certas coisas; caso não se comportem e se a gente ganhar, bem, ai haverá troco”. O silêncio ou não da “mídia” diante da nova investida é que vai revelar se ela decidiu comprar a briga da causa democrática ou se, na pratica, deixou-se mesmo intimidar.
Lembro que o PT inventou o mito de que existiria uma conspiração na imprensa contra o partido, embora não seja difícil provar que isso é não apenas falso como constitui o avesso da verdade. Na prática, os valores e a visão de mundo do partido são dominantes nos grandes meios de comunicação, com raras exceções. Costumo dizer que a patrulha esquerdopata dá plantão até no Telecurso Segundo Grau…
Abaixo, lembro algumas das “diretrizes” da Confecom, que o governo anuncia querer transformar, agora, em leis. Volto sem seguida:
- Criação do Conselho Federal de Jornalismo para fiscalizar as atividades de jornalistas e meios de comunicação;
- Criação do Observatório Nacional de Mídia e Direitos Humanos, para coibir supostos desrespeito a movimentos sociais, comunidades como quilombolas, gays, deficientes, crianças e idosos;
- Criar mecanismos de fiscalização para punir rádios e TVs que veiculem conteúdos depreciativos contra minorias. Não há indicações de como isso seria feito;
- Criação de uma nova Lei de Imprensa - que foi derrubada pelo STF recentemente - que garanta direito de resposta e assegure a pluralidade de versões em reportagens controversas;
- Criação de cotas para programas educacionais, culturais e informativos em TVs abertas e por assinatura;
- Criação de cotas para canais e programas nacionais em TV por assinatura. Pelo menos 50% dos canais de qualquer pacote teriam que ser nacionais;
- Restrições a propriedade de veículos de comunicação por uma mesma pessoa, a chamada propriedade cruzada;
- Limitar a formação de redes nacionais por emissoras de TV. Uma empresa, líder de uma rede, não pode controlar mais de 10% das afiliadas;
- Redução do limite do capital externo de 30% para 10% em empresas de comunicação;
- Fiscalização com controle social do financiamento, das obrigações fiscais e trabalhistas das empresas de comunicação. Grupos sociais poderiam ter acesso as contas das empresas de comunicação;
- Criar empresa pública para incentivar a distribuição de filmes e vídeos, uma nova Embrafilme;
- Proibir a venda ou o aluguel de espaços na grade da programação de emissoras de rádio e TV. A idéia é evitar que empresas detentoras de concessões busquem lucros apenas com o comércio das próprias licenças;
- Criar o Fundo Nacional e vários fundos estaduais de comunicação pública com recursos do Fundo de Fiscalização das Empresas de Telecomunicações;
- Criar política de massificação de TVs por assinatura e de universalização da banda larga para facilitar o uso da internet em todo o país, principalmente nas regiões distantes dos grandes centros;
- Distribuição equânime das concessões de canais de TV por assinatura entre iniciativa privada, sociedade civil e poder público;
- Criação do Código de Ética do Jornalismo para regular a prática do jornalismo;
- Volta da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista.
Voltei
Sob a aparência da “democratização” e do “controle social”, temos um conjunto de propostas que tem um claro sentido dirigista. É óbvio que os petistas sabem que não têm como emplacar agora nenhuma dessas medidas. Mas ameaçam fazê-lo depois, caso Dilma seja eleita. E qual é o preço para que não façam? O bom comportamento.
Eis o método petista de fazer as coisas. O partido aprendeu, especialmente na crise do mensalão, que um bom modo de tratar a imprensa é aos tapas e pontapés. Aprendeu que a intimidação, infelizmente, funciona. Até quando? Se a “mídia” não denuncia a pressão, é hora de a oposição fazê-lo. Não em defesa da “mídia”, mas da democracia.
*
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Por Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 28 de maio de 2010

BNDES Financia Cocaína Boliviana

No auge da discussão sobre violência, José Serra cantou a pedra: "90% da produção de cocaína boliviana é 'exportada' para o Brasil"

 
O governo Lula através de seus cães de guarda e a guerrilheira Dilma saíram em defesa de Evo Morales, produtor de coca e candidato a ditador da Bolívia. Porque tanto empenho em defender um país exportador de cocaína? A resposta é que o governo Lula tem muitas "relações comercias" com a Bolívia, senão vejamos:
  • O governo Lula entregou as refinarias da Petrobras na Bolívia para Evo morales;
  • O governo Lula aceitou o aumento no preço do gás boliviano;
  • O governo Lula emprestou dinheiro através do BNDES para Evo Morales;

Isto mesmo, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - eu sempre pensei que o BNDES fosse para financiar o nosso desenvolvimento - emprestou dinheiro para o governo Evo Morales, e o que ele fez? aumentou a área de cultivo de coca e transferiu colonos produtores de coca para uma região na fronteira com o Brasil ( deve ser para facilitar as "exportações") .
É isso aí, mano! O BNDES financia a "exportação" de cocaína para o Brasil.
E Dilma, a guerrilheira-candidata não só apóia isso, como fica nervosinha quando Serra denuncia.
lula-com-o-color-de-folhas-de-coca2
Foto (muito) ilustrativa: Lula e Evo Morales, o que eles têm no pescoso é um colar de folhas de coca.

 
A desculpa de que a produção é para mascar e fazer chá (costume dos índios bolivianos) é furada. Só 3% da produção é consumida desta forma. É como se os jamaicanos resolvesse aumentar em 3.000% a produção de maconha e exportar o excedente para o Brasil.

 
E porque os americanos do norte não fazem nada? Ora, porque o excedente é 'exportado' para o Brasil, o tráfico para Europa e EUA diminuiu bastante e representa uma parte ínfima deste total, se esse volume fosse 'exportado' para os EUA, eles já tinham detonado a Bolívia com Evo Morales e tudo. Duvida?


 
Resumo: Lula financia a produção de cocaína na Bolívia, a cocaína boliviana financia o tráfico e a violência no Brasil. Esta faltando alguma coisa para fechar este círculo?

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Como fazer uma diPTadura (2)


Sigo na missão ( que começou aqui ) de implantar a minha ditadura, aquela que irá salvar o Brasil:
Depois de controlar o Judiciário, seria a vez de calar os militares descontentes, pois, mesmo com aumento de soldo, reaparelhamento das forças armadas e compra de caças ainda haveria alguns generaris que teriam a petulância de me criticar. O que eu faria? Ora, colocaria meu serviço de informações do gabinete da presidência ( que eu chamaria de Comissão de Investigação Autônoma - CIA ) para vasculhar a vida deles.
Eu estou convencido de que existe uma espécie de memória universal ( o Irmão GG sabe do que estou falando ) onde ficam registrados todos os pensamentos de todos os seres viventes e de onde saem aquelas inspirações repentinas, pois foi só eu pensar nisso e pronto: o nosso cumpanhero presidente entrou em ação.
Veja o que não saiu na grande imprensa chapa-branca, só achei no blog do Cláudio Humberto
www.claudiohumberto.com.br :

12/05/2010 00:00

Documento prova investigação
contra generais

Foto

Documento da Receita Federal comprova a investigação contra seis oficiais do Exército – três generais da ativa e até o ex-comandante do Exército general Francisco Albuquerque – como esta coluna revelou. No comprovante da Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação da Receita, são citados os alvos e o solicitante: "Alfa 1 Presidência da República/GSI". GSI é Gabinete de Segurança Institucional, cujo chefe, general Jorge Félix, negou tudo em ofício ao Comandante do Exército.



12/05/2010 00:00

É rotineiro

"Alfa 1" é o grupo de auditores da Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação da Receita a serviço da Presidência da República.



12/05/2010 00:00

Quatro anos

O documento da Receita informa o período fiscal investigado, tendo como alvos oficiais do Exército: janeiro de 2006 a dezembro de 2009.



12/05/2010 00:00

Busca inútil

Ao lado dos nomes dos militares investigados pela Receita por ordem da Presidência da República, estão as letras "N/C", de "Nada Consta".



12/05/2010 00:00

Despiste

Os alvos eram os outros, por isso a quebra do sigilo do coronel Cid Canuzzo Ferreira, falecido semanas antes, teria sido só para despistar.



12/05/2010 00:00

Oposição reage:
quer explicações
e apuração

A oposição reagiu fortemente, ontem, à violação do sigilo fiscal de oficiais do Exército que têm posição critica em relação ao governo Lula. O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) exigiu explicações do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e, como o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), quer convocar os envolvidos para depor na Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara.



12/05/2010 00:00

Silêncio

Os militares que tiveram a vida fiscal investigada pelo governo Lula, sem ordem judicial, optaram pelo silêncio.



12/05/2010 00:00

Boca torta

A quebra de sigilo fiscal dos generais do Exército tem sido comparada, no Congresso, à violência cometida contra o caseiro Francenildo.

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Os generais em questão haviam cometido o "crime" de criticar o governo. A estratégia não deu resultado porque a investigação apurou que Nada Consta, isto é, não tem nada que sirva para usar contra eles, mas o recado está dado. Obrigado Lula, com sua experiência vou rever minha estratégia.

domingo, 2 de maio de 2010

Como fazer uma diPTadura - parte 1

Queridos parentes e amigos, vou confessar uma coisa para vocês: eu sou megalomaníaco, inofensivo é claro, mas sou.

Seguido volta um idéia: a única solução para o Brasil seria uma Ditadura, um cara só mandando - um cara legal, né?, quase um Jesus Cristo, e quem seria esta pessoa? eu, é lógico.

Dia desses estava pensando: como vou fazer para implantar minha ditadura ( no bom sentido, não vão pensar bobagens). Bom, primeiro teria que me eleger presidente seguindo a constituição, que é o modo mais rápido, fazer revolução é muito demorado. E depois? Eu começaria controlando o Poder Judiciário, que seria o primeiro a encher o meu augusto saquinho.

Pois não é que eu abro o blog do Augusto Nunes da veja.com e dou de cara com isto:

O ESTADO POLICIAL LULIANO

quarta-feira, 21 de abril de 2010 | 5:57

É, moçada! O pessoal não brinca em serviço. Em entrevista a João Carlos Magalhães, da Folha, o juiz Antonio Carlos Almeida Campelo, da Justiça Federal em Altamira (PA), que concedeu as três liminares contra o realização do leilão de Belo Monte, revelou que foi, como posso dizer?, serenamente importunado por agentes da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Leiam trechos. Comento em seguida.
(…)
FOLHA - O senhor se sente pressionado?
CAMPELO -
Recebi procuradores da AGU, da Aneel e do Ibama e, por mais de uma hora, ouvi suas alegações e fiz algumas ponderações. Mas não foi suficiente para eu modificar minha decisão. Não me sinto pressionado, mas estou incomodado com várias solicitações de agentes da Abin, que não vejo como um órgão de representação judicial. Não entendo o que eles estão inv estigando.

FOLHA - Como e quando essas "solicitações" ocorreram?
CAMPELO -
Não houve conversa com agentes da Abin. Dois agentes da Abin estiveram na subseção de [Justiça Federal em] Altamira atrás das decisões e querendo saber quando eu daria outras decisões. Ligaram várias vezes para o diretor da subseção de Altamira querendo informações sobre o teor das decisões e o momento em que eu liberaria. Pediram cópias de minhas decisões por e-mail [todas já haviam sido disponibilizadas na internet].

Voltei
Ouvida pelo jornal, a agência afirma que não fez nada de ilegal e se sai lá com um burocratês meio cretino: "A Abin possui uma equipe em visita oficial ao local com a finalidade de acompanhar a conjuntura regional e, assim, cumprir a sua missão legal. Entre as atribuições legais previstas pela lei 9.883/99 (que institui a Abin) estão a obtenção, a análise e a disseminação de conhecimentos sobre fatos e situações de imediato ou potencial interesse para o processo decisório nacional".

A Abin despache quantos agentes quiser onde quer que haja um juiz tomando uma decisão que o governo considera importante. Mas o papel do agente certamente não inclui criar perturbação que acaba chegando até o juiz. Ora, quem quer que tenha telefonado para a subseção de Altamira "querendo informações" estava fazendo um claro, inequívoco e inquestionável trabalho de intimidação. Imaginem:
— Alô, aqui quem fala é Fulano, agente da Abin.
— Olá, Agente da Abin, em que posso ser útil?
— O sr. poderia nos adiantar o teor da sentença do juiz?

Ora, isso é inaceitável. Ridículo até. Imaginem se, nos processos de privatização de estatais, no governo FHC, que também contou com guerra de liminares, agentes da Abin tivessem deixado claro aos juízes: "Estamos acompanhando tudo o que senhor faz. Estamos na área".

Isso é bem mais grave do que parece, ainda que a agência tente fazer de conta que só cumpriu uma espécie de rotina. Uma ova! Um juiz não pode ser perturbado pelo serviço de Inteligência do Estado. Cabe ao Judiciário e ao Senado uma reação à altura.

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Pô Lula! para de copiar a idéia dos outros.