sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sumiço de papel higiênico na Venezuela é coisa da esfera pública, não da privada

Não é só no Brasil que os políticos fazem na vida pública o que fazem na privada:

Veja post do Cláudio Humberto:

Foto

Que papelão! As autoridades venezuelanas podem achar que se trata de mais um complô dos Estados Unidos, ou, talvez, de uma insidiosa manobra do que sobrou do empresariado privado do país para desestabilizar o governo legitimamente eleito do presidente Nicolás Maduro, mas o desaparecimento dos rolos de papel higiênico das prateleiras das vendas e supermercados do país foi  produzido pela própria esfera pública, e não pela privada. É que para criar um clima não-inflacionário ilusório (afinal as eleições precisavam ser ganhas a todo o custo), as brilhantes autoridades do país decidiram, no ano passado, congelar os preços de alguns produtos básicos, entre os quais o papel higiênico mais simples (com menor quantidade de fibras de celulose longas por centímetro quadrado, e, portanto, de grau de aspereza relativa mais elevado).  A indústria local bem que tentou cumprir a norma, reduzindo o tamanho dos rolos e também sua metragem. Mas o resultado agora está aí: um déficit de 50 milhões de rolos. Estes deverão ser importados em regime de urgência e, portanto, sem o processo tradicional de licitação. Uma grande oportunidade para o setor específico, e aliás muito eficiente, da indústria brasileira. Leia a análise do jornalista e diplomata Pedro Luiz Rodrigues.

Este é o modelo de governo imaginado e amado pelo PT.

sábado, 27 de abril de 2013

BILL GATES CDF


Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.
2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.
3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.
4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.
5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.
6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.
7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.
8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!
9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.
10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.
E o mais importante:
11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.